sábado, 17 de janeiro de 2009

Diga NÃO aos rachas



Olhando o site autocustom vi esse video e quero compartilhar com todos.

Esse vídeo europeu é dedicado aos emocionados de plantão, que gostam de provocar motoristas aparentemente inofensivos, somente para tirar uma onda. Enfim, a cena mostra que nem sempre o possível rival é tão bobo quanto parece, as vezes ele tá mais preocupado com outras coisas. Lembrando que não apoiamos nenhuma das duas iniciativas mostradas no vídeo, para cada uma delas existem locais adequados. Campanha racha na pista e camisinha no rolê!

Fonte: www.autocustom.com.br
Texto: Michael Bazzarello

sexta-feira, 6 de junho de 2008

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Golf Salão de acessórios



Fosse

terça-feira, 29 de abril de 2008

Cris R1

Quem não conhece a famosa Cris R1 ai vai algumas fotinhus dela.





segunda-feira, 28 de abril de 2008

Chocolates AMG



Porsche Carrera GT



Ferrari



Se falar que essa foto não é uma ferrari preste bem atenção no canto da foto que vc vai achar o simbolo no meio do volante.

Suspensão Modificada

Carros vão poder circular com suspensão modificada

A resolução 262 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que entrará em vigor na próxima quinta-feira, dia 1º de maio, vai permitir com que carros de passeio circulem com a suspensão rebaixada ou elevada, desde que ela não seja regulável. Até então, apenas veículos utilitários podiam ter a suspensão alterada.

Para isso, o proprietário deverá pedir uma autorização ao Detran antes de fazer a modificação e, em seguida, submeter o carro à avaliação de um dos institutos técnicos credenciados pelo Inmetro, que por sua vez emitirá um Certificado de Segurança Veicular. A medida ainda exige que a nova altura seja especificada no documento do carro.

No entanto, antes mesmo de entrar em vigor, a resolução já apresenta falhas. Um exemplo disso é o fato de não determinar com exatidão os tipos de modificações serão permitidas. Em algumas oficinas, para reduzir custos, é comum a prática de cortar ou aquecer as molas originais da suspensão para rebaixá-la, o que aumenta consideravelmente os riscos de acidentes como a perda de controle do carro e desgaste da peça, que terá que absorver mais impactos.

“Ainda não há uma definição dos critérios que serão utilizados para a aprovação e reprovação da suspensão do veículo. Estamos questionando o Inmetro em relação a isso. A altura será medida do farol ao chão, mas ainda não se sabe qual será a mínima e máxima permitidas”, diz Luiz Mauro Orlandi, engenheiro responsável por um grupo de instituições técnicas credenciadas pelo Inmetro.

Jogo de empurra-empurra

Outra dúvida é se quem já tem a suspensão alterada poderá regularizar a situação do veículo. Segundo o Detran, assim que a norma entrar em vigor, eles irão consultar o Denatran para saber como proceder. Já o Denatran, diz que caberá ao Detran decidir que tipo de medida adotar.

O fato é que para qualquer alteração nas características do veículo, o órgão exige a apresentação de nota fiscal original das peças e dos serviços utilizados. Hoje em dia, carros de passeio que circulam com a suspensão rebaixada ou erguida estão sujeitos a pagar uma multa no valor de R$ 127,69. Considerada grave, a infração rende cinco pontos na carteira.

Seguradoras não querem dar cobertura

A decisão do Contran não agradou as seguradoras. Para Neival Rodrigues de Freitas, diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), as seguradoras ainda vêem com cautela as novas normas e só devem aceitar carros com suspensão rebaixada depois que a avaliação feita pelo órgão do Inmetro ficar clara.


Freitas concorda que o valor do seguro de um automóvel com a suspensão alterada possa sair mais caro. “Ainda que o veículo preencha os requisitos, o seguro pode sofrer um acréscimo dependendo dos fatores de risco”, diz o diretor da FenSeg.


A Porto Seguro, por exemplo, garante que continuará recusando carros com a suspensão alterada. “Isso não muda nossa aceitação de risco. Tendo em vista as más condições das ruas e estradas, são veículos que tem dificuldade para circular e estão mais susceptíveis a danos no dia-a-dia. Uma coisa é ter risco; a outra, ter risco conhecido”, explica Marcelo Sebastião, gerente do produto Automóvel da Porto Seguro.

terça-feira, 22 de abril de 2008